Edição 08 — Como vai a sua casa?
A oitava edição reúne experiências de moradores e trabalhos criativos sob o tema residencial. Dois anos depois da primeira edição, a “pracinha” continua sendo o ponto de encontro dos vizinhos mais criativos da internet — um crescimento orgânico, natural e coletivo.
Garimpo Especial Elo7 & Garimpo Criativo
A vitrine da edição traz dois garimpos: o Garimpo Especial Elo7, com produtos variados para todos os gostos, e o Garimpo Criativo, dedicado a parceiros que assinam a identidade da casa.
Aperta o play e vem conhecer a nossa oitava edição.
No quarto da Aninha · A Dra. que escondia uma Tia Flor · O essencial, para viver bem
Histórias que passeiam por quartos, segredos de família e pelo que é realmente essencial. Cada matéria é exclusiva, escrita em colaboração com os criadores que circulam pela Oca.
DIY floreira com pneu: aprenda a fazer com o Elo7
Um passo a passo para reaproveitar materiais e levar mais verde para dentro de casa. Lembrete importante: as dicas e tutoriais publicados não são executados por profissionais — replicá-los é uma escolha do leitor, que assume a responsabilidade pela execução.
Sobre a Oca
Oca, do tupi-guarani, refere-se às construções indígenas de grandes dimensões, erguidas em mutirão para habitação coletiva. Pop, do movimento Arte Pop iniciado no fim dos anos 1950, desafia a tradição das belas artes e valoriza o processo criativo. A fusão OcaPop remete ao processo criativo coletivo que desafia os veículos tradicionais de comunicação.
A revista foi criada por Erica Palmeira, Carla Torci e Karen Rampon. As artes no muro são de Bruno “BR” Bogossian e Tomaz Viana.
Para ler depois
- Edição 08 — Como vai a sua casa?
- Conheça a Oca
- Garimpo da Oca
- Colaboradores
- Projetos que a Oca apoia
- Freebies — pôsteres grátis
- Anuncie na Oca
- Contato
A casa é muito mais do que paredes e móveis bem dispostos. É o território onde as memórias se acumulam, onde as texturas contam histórias e onde cada objeto carrega um pedaço da trajetória de quem ali vive. Pensar a decoração com essa consciência transforma o olhar sobre o espaço doméstico, afastando a busca por tendências passageiras e aproximando a gente daquilo que realmente importa: o conforto afetivo, a funcionalidade genuína e a beleza que nasce do uso cotidiano dos ambientes.
O reaproveitamento criativo ocupa um lugar central nessa conversa sobre o morar. Uma floreira feita de pneu antigo, uma parede renovada com fotos de família, um móvel herdado que ganha nova função — cada gesto de reinvenção carrega uma dose de sustentabilidade e outra de expressão pessoal. São pequenas intervenções que dispensam grandes orçamentos e convidam a experimentar, a pôr a mão na massa e a descobrir o prazer de construir com as próprias mãos um ambiente que tenha a nossa cara.
Viver com menos, com mais sentido e com atenção plena ao que nos cerca é um convite que atravessa as páginas desta publicação colaborativa. O essencialismo aplicado ao lar não significa abrir mão do aconchego ou da personalidade, mas sim escolher com critério o que permanece, o que entra e o que pode seguir outros caminhos. Nesse movimento de seleção cuidadosa, a casa respira melhor, as rotinas se tornam mais leves e o espaço finalmente se revela como um refúgio de paz, amor e autenticidade.